terça-feira, 26 de julho de 2011
Quando fores tu
Quando fores tu
Saberei que és tu
Quando meus olhos
Encontrarem os teus
E o meu coração pular
Saberei que és tu
Quando sentir
O meu corpo tremer
A mão suar
E o coração disparar
Saberei que és tu
Se tua voz soar
Como canção
E a mão ficar
Fria de emoção
Saberei que és tu
Se palavras doces
A minha boca falar
A minha pele arrepiar
Um nó na garganta
Sufocar
Os meus pés levitar
Saberei que és tu
Quando as palavras
Ao vento soprar
Um som doce
Ao meu ouvido chegar
O teu nome ecoar
E a minha alma levitar
Sim, saberei que és tu
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Um poema
Um poema
Me chegou um poema
Escrito, sentido
Cor azul
Infinito
Me chegou um poema
Feito e dito como vento solto
Que brota no ar
Me chegou um poema
Tão bonito que me fez levitar
Me chegou um poema
Intenso e doce
Como as ondas do mar
Me chegou um poema
Escrito por ti
Que me abraça
Tão forte
Que mesmo de longe
Fico só a pensar
Que sentimento
É este que me tira do chão
E que me faz sonhar...
Maribel Santos
Minha boca, janela da minha alma
terça-feira, 31 de maio de 2011
O Olhar
O olhar...
O quanto fala um olhar?
Ah, um olhar
Segredos escondidos
Emoções contidas
Vividas, sentidas
O quanto fala um olhar?
O meu falará de ti
Quando olhares para mim
E eu olhar para ti
O quanto falará este olhar?
Falará de nós
Do que ficou em mim
Do que ficou de nós
E o que será de nós sem um olhar?
O coração nos guiará
A nossa alma transcenderá
Os nossos corpos se encontrarão
Em um abraço doce
Suave e terno
Nossas bocas sussurrarão
Palavras de carinho
Nossos olhares se encontrarão
Nós nos reconheceremos nele
Um encontro de dois seres
Amigos, amantes...
Almas gêmeas que se buscam
Que se querem
O quanto fala um olhar?
Um olhar fala de amor
De poesia
De vida
Emoções vividas
Compartilhadas
O quanto fala um olhar?
O meu falará do teu
O teu do meu
Olhos que buscam
O verdadeiro significado
Do olhar-se
Do querer-se
A entrega verdadeira
Sem medo
Sem reservas
Dois seres que se encontram
Apenas em um único olhar...
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
O quanto fala um olhar?
Ah, um olhar
Segredos escondidos
Emoções contidas
Vividas, sentidas
O quanto fala um olhar?
O meu falará de ti
Quando olhares para mim
E eu olhar para ti
O quanto falará este olhar?
Falará de nós
Do que ficou em mim
Do que ficou de nós
E o que será de nós sem um olhar?
O coração nos guiará
A nossa alma transcenderá
Os nossos corpos se encontrarão
Em um abraço doce
Suave e terno
Nossas bocas sussurrarão
Palavras de carinho
Nossos olhares se encontrarão
Nós nos reconheceremos nele
Um encontro de dois seres
Amigos, amantes...
Almas gêmeas que se buscam
Que se querem
O quanto fala um olhar?
Um olhar fala de amor
De poesia
De vida
Emoções vividas
Compartilhadas
O quanto fala um olhar?
O meu falará do teu
O teu do meu
Olhos que buscam
O verdadeiro significado
Do olhar-se
Do querer-se
A entrega verdadeira
Sem medo
Sem reservas
Dois seres que se encontram
Apenas em um único olhar...
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
terça-feira, 3 de maio de 2011
A dança do amor
A dança do amor
São duas consoantes
Duas vogais
Juntos são a mais bela melodia
Estão entregues
Seus corpos respondem ao desejo
Que nasce e cresce naturalmente
Uma descoberta simples e linda
Seus corpos dançam
Suas almas se tocam
E as palavras ditas são frutos
Nascidos em dois corações
Que se entrelaçam
Que se querem
Mas não é só desejo
É um bem querer
Estão atados
De cumplicidade
De alegria
Descobrem juntos
Sentidos e desejos escondidos
Os corpos são unos
No querer viver
Intensamente cada novo sentido
É um desabrochar
São cúmplices
São amantes
Enamoram-se
Dois seres
Dois corpos
Duas consoantes
Duas vogais
Juntos são um só
Dançam a linda
Melodia de amor
Que compuseram juntos
Os corpos unidos
Entregam-se
Seduzem-se
E se entregam ao ritmo
Quente
Suave
E doce
Os corpos dançam
O ritmo intenso do amor
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
São duas consoantes
Duas vogais
Juntos são a mais bela melodia
Estão entregues
Seus corpos respondem ao desejo
Que nasce e cresce naturalmente
Uma descoberta simples e linda
Seus corpos dançam
Suas almas se tocam
E as palavras ditas são frutos
Nascidos em dois corações
Que se entrelaçam
Que se querem
Mas não é só desejo
É um bem querer
Estão atados
De cumplicidade
De alegria
Descobrem juntos
Sentidos e desejos escondidos
Os corpos são unos
No querer viver
Intensamente cada novo sentido
É um desabrochar
São cúmplices
São amantes
Enamoram-se
Dois seres
Dois corpos
Duas consoantes
Duas vogais
Juntos são um só
Dançam a linda
Melodia de amor
Que compuseram juntos
Os corpos unidos
Entregam-se
Seduzem-se
E se entregam ao ritmo
Quente
Suave
E doce
Os corpos dançam
O ritmo intenso do amor
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
sábado, 16 de abril de 2011
Tempo de amar
Tempo de amar
É tempo de viver
É tempo de colher
É tempo de sonhar
É tempo de amar
Agora é o meu viver
Colecionar sonhos
É tempo de sorrir
É tempo de abraçar
É tempo de florir
É tempo de iluminar
Brotam sorrisos
Os braços abraçam
O corpo floresce
E resplandece iluminado
É tempo de seduzir
É tempo de querer
É tempo de ser feliz
É tempo de desabrochar
Seduza-me
Queira-me
Desabrocha-me
É tempo de ser tempo
O meu precioso tempo
Tempo de olhar
Tempo de procurar
Tempo de investigar
É tempo do meu tempo
O meu tempo é o teu
Misture-se é tempo
Tempo de querer
Parar o tempo
Para que me olhes
Há tempo de dizer
O quanto quer que
O tempo seja o nosso tempo
Tempo de querer-se
Tempo de entregar -se
Tempo de inventar
O verbo “Tempo de amar”
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
É tempo de viver
É tempo de colher
É tempo de sonhar
É tempo de amar
Agora é o meu viver
Colecionar sonhos
É tempo de sorrir
É tempo de abraçar
É tempo de florir
É tempo de iluminar
Brotam sorrisos
Os braços abraçam
O corpo floresce
E resplandece iluminado
É tempo de seduzir
É tempo de querer
É tempo de ser feliz
É tempo de desabrochar
Seduza-me
Queira-me
Desabrocha-me
É tempo de ser tempo
O meu precioso tempo
Tempo de olhar
Tempo de procurar
Tempo de investigar
É tempo do meu tempo
O meu tempo é o teu
Misture-se é tempo
Tempo de querer
Parar o tempo
Para que me olhes
Há tempo de dizer
O quanto quer que
O tempo seja o nosso tempo
Tempo de querer-se
Tempo de entregar -se
Tempo de inventar
O verbo “Tempo de amar”
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
terça-feira, 29 de março de 2011
Besame
Besame
A noite estava perfeita
E ela com um friozinho na barriga, ansiosa
Esperava pelo encontro
Era o primeiro
Após várias conversas pelo telefone
Troca de e-mails
Chegou o dia
Escolheu um vestido novo
Lindo
Que estava guardado
Para uma ocasião especial
E era hoje
Sabe aquela sensação
Que sentimos quando adolescentes
Quando nos apaixonarmos pela primeira vez?
Era exatamente assim que ela estava
E não poderia ser diferente
Sempre foi muito só
O único homem que amou
Deixou marcas de saudade
Se foi muito cedo
Eram adolescentes ainda
Mas o tempo passou
E aquele amor ficou para trás
Lembranças e o gosto do não vivido
Do amor desconhecido
Mas, agora de repente
Ela se vê entregue a algo novo
E surpreendente
Calmo, sereno, maduro
Mas ao mesmo tempo
Leve, caliente, sedutor
Música
Luz de velas
Um bom vinho
Palavras suaves
Baixinho ao ouvido
Olhos nos olhos
E a irresistível
Vontade de beijar
A boca que fala
Palavras que já
Não são ouvidas
A boca sedenta
Pede claramente
Besame
Besame
Mucho mas...
Maribel Santos
"Minha boca, janela da minha alma.”
sábado, 26 de março de 2011
Despertar...

Despertar...
Estou entregue em teus braços
E tu acordas
Todas as minhas mulheres
As minhas meninas
As bruxas
E santas
A mulher que se despe de pudores
Veste-se de desejos
Tira saias e se despe
Se mostra e dança
Toda nua
Leve
Lânguida
Faço-me de gueixa
E te dou prazeres e gozo
Beba-me
Embriague-se de mim
Sinta o meu gosto agridoce
Lambuze-se
Sinta-se inteiro em mim
Escrevo um poema
De desejos
E calor
Trago-te para mim
Ama-me
E se entregue
Para mim
Como se fosse
A primeira vez
Que está sendo
Amado e tão desejado
Assim...
Abra os teus braços
E viva essa loucura
Por mim
Por ti
Embriague-se de nós
Em um cálice
Que serve
Um amor
Em forma
De poesia
Escrita
Dita
Beba
Palavras
De sedução
Que o vento
Leva para ti
Que estás
Tão longe
E tão perto
De mim...
Maribel Santos
'Minha boca, janela da minha alma."
segunda-feira, 21 de março de 2011
Fênix... Fênix
Fênix, Fênix !!!
Como explicar o inexplicável?
Como entender o desconhecido?
E quantas perguntas ainda serão feitas?
Que sentimento é esse que me toma?
Viajo para dentro de mim
Caminho entre vísceras
Veias, órgãos, ossos, coração
Sou cada célula
Cada membro
Do corpo que mora em mim
Um corpo dentro do outro
Um ser que me chama
E grita
Quer vida
Vivida
Sentida
Cabeça, olhos
Sempre com o coração
A frente da razão
Alma de múltiplas mulheres
Que sagram
Renascem a cada amanhecer
Estão ligadas por veias
Veias latejantes do querer
Querer sentir
Deseja ter
Amar
Renascer
Viver
Viver
E viver
A vida
É urgente
Em mim
Renasço das cinzas
Sou Fênix
Fênix que surge
Do querer viver
Renascer
Resplandecer
Renasço inteira
Das cinzas do viver
O que mais posso querer?
Eu sou uma Fênix
E uma Fênix sempre serei !!!
Maribel Santos
"Minha boca, janela da minha alma."
sexta-feira, 11 de março de 2011
Leveza da alma

Leveza da alma
A minha alma flutua
A minha alma brilha
A minha alma é como a lua
A minha alma canta
A minha alma emudece
A minha alma grita
A minha alma é a tua
A minha alma resplandece
A minha alma é pura
A minha alma dança
A minha alma é toda nua
A minha alma sorri
A minha alma seduz
A minha alma quer a tua
A minha alma sou eu
A minha alma é você
A minha alma sonha
A minha alma é leve
A minha alma é como pluma
A minha alma é como a neve
A minha alma é candura
A minha alma se despe
A minha alma se entrega
A minha alma procura
A minha alma me diz
Que ainda vou ser tua
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma”
quarta-feira, 9 de março de 2011
Pensamentos que me dizem
Pensamentos que me dizem
Quantos pensamentos?
Quantas angústias?
Quantos desejos?
Quantos sonhos?
Sinto-me rodeada
De tantas perguntas
Que neste momento
Ficam sem respostas
Um turbilhão?
Um furacão?
Ou será apenas emoção?
Minha vida é urgente
É um retomar
Um renascer
Um florir
Sim, florir
Quero ser todas
As flores
As mais variadas cores
Perfumes
Formatos
Quero desabrochar
Em um lindo jardim
E espalhar minhas pétalas
Como rosas vermelhas
Que enfeitam um vaso
Um buque
Um altar
Que abençoa
Um amor sagrado
Quero ser o perfume
A beleza das folhas
Que anunciam o outono
Que está por chegar
Quero ser lindas rosas
Que chegam a tuas mãos
Em forma de versos
Ou como uma canção
Cantada
Sentida
Por palavras
Que respondam
Todas as perguntas
Que pairam no ar
Meus pensamentos
Dizem-me
Seja rosa
Seja folha
Seja o perfume das manhãs
Chegaste a tua hora
Podes desabrochar
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
Quantos pensamentos?
Quantas angústias?
Quantos desejos?
Quantos sonhos?
Sinto-me rodeada
De tantas perguntas
Que neste momento
Ficam sem respostas
Um turbilhão?
Um furacão?
Ou será apenas emoção?
Minha vida é urgente
É um retomar
Um renascer
Um florir
Sim, florir
Quero ser todas
As flores
As mais variadas cores
Perfumes
Formatos
Quero desabrochar
Em um lindo jardim
E espalhar minhas pétalas
Como rosas vermelhas
Que enfeitam um vaso
Um buque
Um altar
Que abençoa
Um amor sagrado
Quero ser o perfume
A beleza das folhas
Que anunciam o outono
Que está por chegar
Quero ser lindas rosas
Que chegam a tuas mãos
Em forma de versos
Ou como uma canção
Cantada
Sentida
Por palavras
Que respondam
Todas as perguntas
Que pairam no ar
Meus pensamentos
Dizem-me
Seja rosa
Seja folha
Seja o perfume das manhãs
Chegaste a tua hora
Podes desabrochar
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
terça-feira, 8 de março de 2011
Sou Mulher(e)s
Sou mulher (e)s
Renasço a cada instante
E o meu renascer é intenso
Vibrante e doce
Descubro-me
Olho-me
Vejo-me
Sinto-me
Sou eu
Sou muitas
Quero viver
Sonhar
Amar
Calar
Gritar
De dor
De prazer
Quero rir
De feliz
Por pouco
Ou muito
Ou nada
Sou feliz
Quero ser
Mais feliz
Quero sentir medo
E aprender sentindo
Chorar por amor
De saudade
E sentir toda
A intensidade
Que há em
Cada pedaço
Do meu ser
Sou eu
Aqui agora
Diante de mim
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
O longe é tào perto...

O longe é tão perto
Caminho por lugares desconhecidos
Voo em ares por mim escolhidos
Para poder chegar perto de ti
São momentos de angústia
De dor e saudade
Que não encontro
Palavras para descrever
O que sinto por ti
No momento a única
Coisa que importa
É saber onde
Estás
Procuro
Investigo
E penso
Em ti
Meu doce amor
Não fujas
Não temas
O seu lugar é aqui
Ouça a minha voz
Que te chama
Venha
Minha mão está
Estendida
Para segurar a tua
Venha
Abra suas asas
Voe para mim
Não tenha medo
Meu doce
E querido anjo
Venha para mim
Para que possamos
Viver o nosso amor
Lindo, verdadeiro
E infinito como o mar
Que neste momento
Sopra uma brisa
Em forma de canção
Escrita por nossas mãos
Que será cantada
Por todos
Os anjos do céu
Voe amor meu
O longe é tão perto
Voe para mim
Espero-te
Voe sem medo
Abra suas asas
E venha para mim..
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
sexta-feira, 4 de março de 2011
Soprados ao vento...

Soprados ao vento
A saudade invade
Toma conta de mim
Um nó na garganta
Um aperto no peito
O coração chega doer
É a saudade que sinto de ti
Que incomoda
Persiste
Faz-me ficar
Com a cabeça oca
Sinto falta de ti
Não sei explicar
E nem sei se quero saber
Só sei que sinto saudade
Saudade de ouvir tua voz
Saudade do abraço sonhado
Do beijo que ainda não roubei
Ou os tantos que ainda não dei
Saudade do teu cheiro
Saudade do teu gosto
Sinto saudade de ti
Um tempo
O vento
Uma brisa
Separam-me de ti
A lua
Tão linda lua
Esconde-se
Tímida
E espera o momento
De me levar
Para ti
Neste momento vou
Como brisa
Que sopra suave
Como beijos
Levados ao vento
Que tocam seu rosto
Seus lábios
Seu corpo
Sou beijos soprados
Levados pelo vento
Para saciar a saudade
Que sinto de ti
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Nasce um anjo
Nasce um anjo
Sinto-me anjo
Faz-me sentir assim
Quando me dizes
Que estás encantado
Por mim
Sinto-me anjo
Um anjo-mulher
Anjo-menina
Anjo de asas
Longas asas
Que permitem voar
E me fazem chegar
Tão perto de ti
Sinto-me anjo
Quando me ofereces
Um presente divino
Trazes-me a lua
A mais linda lua
Que me ilumina
Leva-me a sonhar
Sinto-me anjo
Um iluminado anjo
Que nasce e renasce
Aprendendo a voar
Sinto-me anjo
Quando a boca fala
Palavras tão doces
Recheadas de amor
Sinto-me anjo
Com lábios rosados
Sedentos de beijos
Com gosto de amoras
Vermelhas e frescas
Sinto-me anjo
Quando me dizes
Que sou teu amor
Sinto-me anjo
Com a alma desnuda
Com o coração aberto
Pronta para este amor
Sinto-me anjo
O teu anjo
Que espera
E sonha
Com a mais linda
E encantadora noite
De entrega
Para conhecer
O verdadeiro
E único amor
Sinto-me anjo
O teu...
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Deixando o amor chegar...
Deixando o amor chegar...
O gosto do beijo não trocado
Sinto o coração em pedaços
Sinto um arrepio velado
Sinto tuas mãos e um afago
A ânsia de querer te ter
Sinto amor por você
Desejos do querer
Sentir
Dar e receber
O calor
O amor
A paz interior
Uma vontade doida de viver
Viver o que não foi vivido
O que foi sonhado
E que se achava perdido
Ah, que vontade de gritar
Soltar a voz
E dizer
Palavras de amor ou de puro prazer
Mas não deixar escapar
Cada letra cada vírgula
Do ser que sou
E que quero ser
Olhar para o céu e sorrir
Vendo estrelas
Ou a chuva cair
O sol que ilumina e seduz
E aquece nosso ninho de amor
Quisera ser eu uma flor
Um bem ti vi
Uma gaivota
Uma nuvem no céu
Uma gota de orvalho
Ou uma pequena folha de papel
Que voando chegasse a ti
Como se fosse uma mensagem
De amor
E dizer:
Pode vir
Estou aqui e não quero fugir
Abraça-me forte
E beija-me bem devagar
Olha-me nos olhos
E me deixa olhar
Sentir de verdade o que eu nunca senti
O amor, o calor
O desejo se abrindo em flor
E poder dizer sem medo
Dúvidas
Nenhum temor
Vem amor
Abro os braços
E te acolho com todo carinho
E bem baixinho segredo ao teu ouvido
É o nosso amor que está i chegando
Bem de mansinho..
Brilha forte como raios de sol
Se espalha ao vento
E deixa um perfume no ar
Abençoa nossos corpos
Com a brisa que sopra do mar
O mesmo mar
Que me leva a ti
Um caminho novo
De sonhos
De luz
De felicidade
É este o caminho
Que segue agora
O meu aprendiz coração
Que nunca deixou
De ser um grande e eterno sonhador
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Nasce uma poesia
Nasce uma poesia
Acharam-se
Encontraram-se
Identificaram-se
Encantaram-se
Pura magia
Que envolve dois seres
Que compartilham
Sabedoria
Compartilham sonhos
Dores
Desejos, amores
Falam de amor
Em amar
Falam da saudade
Que invade
Atordoa
Espalha-se pelo ar
Ele diz:
Leva-me na alma
Encravado
Agarrado
Levo-te diz ela
Ele com sabedoria diz:
A minha alma vai além de tudo que o nosso mundo ousa perceber
Levo-te comigo
Minha alma reconhece a tua
Diz ela com o coração apertado
Sentindo uma saudade desconhecida
Mas infinitamente bela
Serei teu abrigo
Ainda que não precises
Meu coração reconhece o teu
Diz ele com sua voz sentida
E continua
Se pudesse, te daria o mundo todo
Mas dou-te um pedaço,
O que me pertence,
“Eu”
Sinta-me aninhada em ti responde ela
Fazes-me sentir o teu "Eu"
Confesso-te meu afã por ti
Fizeste feliz a minha manhã
E na hora certa
Em seu colo me deito
Fecho os olhos, me deleito,
Sentindo pulsar o coração em seu peito
Pulsar forte assim
Palavras dele carregadas de emoção
Deixo o meu colo para ti
Aninhe-se
Sentes
Assim o és
Diz ela como
Se cantasse uma canção de amor
Vontade de te abraçar com carinho
Suavemente
Deitar tua cabeça em meus ombros
E acariciar tuas dores
Acalmar os teus medos
E fazer-te minha
Com calma, devagarzinho,
Com muito carinho,
Adormecer-te
Declama ele
Como quem já escreve uma linda poesia
A mulher amada
Desejada
Responde:
Sinto teu abraço
Deixa-me tranquila, serena
Que delícia
Sinto tudo sim doce amor
Terás disse ele
Se assim o quiseres
E já temos uma linda poesia escrita a dois
Sim, disse ela
Escrevemos com o coração
Palavras doces
As palavras são como plumas ao vento
Que nascem em nossos corações
Flutuam
E encontram-se neste momento
Como um beijo
Ele diz
Que te acaricia o rosto a cada rajada
Que chega a ti pela brisa
Que eu sopro daqui
Você é doce
Você é mel
Como quem sente o beijo
Ela diz:
Sim, é como um beijo
Que toca nossos lábios
Sinta o meu carinho por ti
Que sopro também para ti
Como brisa
E chega ao seu ouvido como canção
Canção de amor
De amar...
Do nosso amor
Do nosso amar
Nasce uma poesia
Que juntos escrevemos
Sem pensar
O que teremos
Apenas somos
Eu e você
Somos a palavra sagrada
Do verbo amar...
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma”
Acharam-se
Encontraram-se
Identificaram-se
Encantaram-se
Pura magia
Que envolve dois seres
Que compartilham
Sabedoria
Compartilham sonhos
Dores
Desejos, amores
Falam de amor
Em amar
Falam da saudade
Que invade
Atordoa
Espalha-se pelo ar
Ele diz:
Leva-me na alma
Encravado
Agarrado
Levo-te diz ela
Ele com sabedoria diz:
A minha alma vai além de tudo que o nosso mundo ousa perceber
Levo-te comigo
Minha alma reconhece a tua
Diz ela com o coração apertado
Sentindo uma saudade desconhecida
Mas infinitamente bela
Serei teu abrigo
Ainda que não precises
Meu coração reconhece o teu
Diz ele com sua voz sentida
E continua
Se pudesse, te daria o mundo todo
Mas dou-te um pedaço,
O que me pertence,
“Eu”
Sinta-me aninhada em ti responde ela
Fazes-me sentir o teu "Eu"
Confesso-te meu afã por ti
Fizeste feliz a minha manhã
E na hora certa
Em seu colo me deito
Fecho os olhos, me deleito,
Sentindo pulsar o coração em seu peito
Pulsar forte assim
Palavras dele carregadas de emoção
Deixo o meu colo para ti
Aninhe-se
Sentes
Assim o és
Diz ela como
Se cantasse uma canção de amor
Vontade de te abraçar com carinho
Suavemente
Deitar tua cabeça em meus ombros
E acariciar tuas dores
Acalmar os teus medos
E fazer-te minha
Com calma, devagarzinho,
Com muito carinho,
Adormecer-te
Declama ele
Como quem já escreve uma linda poesia
A mulher amada
Desejada
Responde:
Sinto teu abraço
Deixa-me tranquila, serena
Que delícia
Sinto tudo sim doce amor
Terás disse ele
Se assim o quiseres
E já temos uma linda poesia escrita a dois
Sim, disse ela
Escrevemos com o coração
Palavras doces
As palavras são como plumas ao vento
Que nascem em nossos corações
Flutuam
E encontram-se neste momento
Como um beijo
Ele diz
Que te acaricia o rosto a cada rajada
Que chega a ti pela brisa
Que eu sopro daqui
Você é doce
Você é mel
Como quem sente o beijo
Ela diz:
Sim, é como um beijo
Que toca nossos lábios
Sinta o meu carinho por ti
Que sopro também para ti
Como brisa
E chega ao seu ouvido como canção
Canção de amor
De amar...
Do nosso amor
Do nosso amar
Nasce uma poesia
Que juntos escrevemos
Sem pensar
O que teremos
Apenas somos
Eu e você
Somos a palavra sagrada
Do verbo amar...
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma”
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Vou para ti...

Vou para ti...
Meu voo é leve
É solto
É livre
Voo para ti
Em asas gigantes
Atendendo ao teu chamado
Estou aqui!
Voo contigo
Fujo contigo
Vou sem pensar
Pensar para que?
Se me leva em teus braços
Leva-me para as nuvens
Faz-me levitar
Vou sem medo
Vou inteira
Vou sem pressa
Sou toda tua
Se farta de mim
Enlouqueça em meus braços
O mundo é nosso
A chama que arde
Que queima
Que implora
Teu corpo me quer
Sou o teu abrigo
Vem de mansinho
Se encaixe
E vem ...
Vem pra mim
Flutue em meus braços
Ame-me
Queira-me
Faça de mim o seu eterno abrigo
Vem
Vem pra mim...
Deita-me em teus braços
Leva-me para as nuvens
Diz que me ama
E faça amor comigo
Vem, vem pra mim...
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha"
A sua, a nossa lua ...
A sua, a nossa lua ...
Lua que te quero lua
Lua que ilumina
Lua que aquece
Lua amante lua
Lua que me olha
Incandescente lua
Lua de amores
Lua de prazeres
Lua que me leva
E me entrega para ti
Lua crescente lua
Incandescente lua
Lua minha e tua
Tua é a minha lua
Lua que brilha
Lua que respira
Lua que diz tudo
Incandescente lua
Lua que escreve
Lua que sente
Lua que nasce
Lua que renasce
Lua que fortalece
Um amor que resplandece
De ti lua minha lua
Sua, nossa lua
Que me leva
E me entrega para ti
Lua que te quero lua
Maribel Santos
"Minha boca, janela da minha alma."
Lua que te quero lua
Lua que ilumina
Lua que aquece
Lua amante lua
Lua que me olha
Incandescente lua
Lua de amores
Lua de prazeres
Lua que me leva
E me entrega para ti
Lua crescente lua
Incandescente lua
Lua minha e tua
Tua é a minha lua
Lua que brilha
Lua que respira
Lua que diz tudo
Incandescente lua
Lua que escreve
Lua que sente
Lua que nasce
Lua que renasce
Lua que fortalece
Um amor que resplandece
De ti lua minha lua
Sua, nossa lua
Que me leva
E me entrega para ti
Lua que te quero lua
Maribel Santos
"Minha boca, janela da minha alma."
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Quem és tu?
Quem és tu?
Um rosto escondido
Uma voz desconhecida
É assim que você
Apresentou-se para mim
Chegou de mansinho
Em passos miudinhos
E devagarinho se aproximou
Um menino assustado
Envolto em pedaços
Em laços de dor
Ainda assustado
Aos poucos
Mostrou todo o seu amor
Mas, como sou toda prosa
Mil perguntas fiz
De onde tu vens?
Para onde tu vais?
E o que te traz para perto de mim?
Com o rosto escondido
E ainda meio perdido
Ele respondeu:
Venho de um mundo
Um tanto distante
Caminhei... caminhei
E por aqui cheguei
De onde venho
Deixei muita dor
Muralhas do tempo
Que agora parecem
Soltas no vento...
Cheguei até aqui
Em procura de abrigo
Um colo
Um carinho
Um ombro amigo
Olhei para aquele rosto
Ainda escondido
E quase sem fala
Respondi:
Se queres carinho
Um colo
Um abrigo
Já logo te digo
Que aqui encontrou
Andaste no tempo
Enfrentaste o vento
A chuva o calor
E conseguiste chegar
Em um canto do mundo
Que oferece amor
E nunca mais irá lhe faltar
E com um gesto tão lindo
Meigo e tão delicado
Ofereceu-me uma flor
De onde venho
Deixei sim muita dor
Mas trago comigo
Grudada em meu peito
Uma rosa encantada
Recheada de amor
E ainda me disse
Falando da flor
Ela é mágica
Transforma
O ruim em bom
A dor em alegria
O choro em um sorriso
Encantada fiquei
Com a rosa na mão
Então neste momento
Ouvi a voz do meu coração
Plante
Cultive
A rosa encantada
E espalhe aos quatro cantos
Esta linda história de amor
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
Um rosto escondido
Uma voz desconhecida
É assim que você
Apresentou-se para mim
Chegou de mansinho
Em passos miudinhos
E devagarinho se aproximou
Um menino assustado
Envolto em pedaços
Em laços de dor
Ainda assustado
Aos poucos
Mostrou todo o seu amor
Mas, como sou toda prosa
Mil perguntas fiz
De onde tu vens?
Para onde tu vais?
E o que te traz para perto de mim?
Com o rosto escondido
E ainda meio perdido
Ele respondeu:
Venho de um mundo
Um tanto distante
Caminhei... caminhei
E por aqui cheguei
De onde venho
Deixei muita dor
Muralhas do tempo
Que agora parecem
Soltas no vento...
Cheguei até aqui
Em procura de abrigo
Um colo
Um carinho
Um ombro amigo
Olhei para aquele rosto
Ainda escondido
E quase sem fala
Respondi:
Se queres carinho
Um colo
Um abrigo
Já logo te digo
Que aqui encontrou
Andaste no tempo
Enfrentaste o vento
A chuva o calor
E conseguiste chegar
Em um canto do mundo
Que oferece amor
E nunca mais irá lhe faltar
E com um gesto tão lindo
Meigo e tão delicado
Ofereceu-me uma flor
De onde venho
Deixei sim muita dor
Mas trago comigo
Grudada em meu peito
Uma rosa encantada
Recheada de amor
E ainda me disse
Falando da flor
Ela é mágica
Transforma
O ruim em bom
A dor em alegria
O choro em um sorriso
Encantada fiquei
Com a rosa na mão
Então neste momento
Ouvi a voz do meu coração
Plante
Cultive
A rosa encantada
E espalhe aos quatro cantos
Esta linda história de amor
Maribel Santos
“Minha boca, janela da minha alma.”
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Desvenda-me !!!
Segredos?
Ah, são muitos...
Mas nada que tu não possas descobrir
Não sou tão inatingível
Olha-me
Mas olha-me fundo
Leia-me
Estou nas entrelinhas
Em cada vírgula
Cada letra
Cada palavra
Desvenda-me
Sou emoção
Coração
Compaixão
Sou desejos
Ardentes
O afago
O colo
O beijo
O calor
Olhos nos olhos
O olhar doce
Que olha e sabe o que diz
Sou furacão
Sou paixão
Queira-me
Como mulher
Menina
Anjo
Bruxa ou santa
Deseja-me
Sinta-me
Olha-me
Desvenda-me
Descubra-me
Estou aqui
Inteira
Procura-me
Estou em ti
Sou a palavra
A poesia
A canção
Sou pura arte
Sou coração
Sou lábios
Sou a boca
Que diz
Desvenda-me!!
Maribel Santos
‘“Minha boca, janela da minha alma.”
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